disforia de gênero

Disforia de gênero: o que é?

A disforia de gênero é a desconexão entre o sexo de nascença com a identidade. Esses casos tendem a gerar uma série de conflitos internos e externos para o paciente.

Embora não se trate de uma doença, a frustração com o próprio corpo pode desencadear:

  • alta ansiedade;
  • mudanças de humor;
  • depressão grave;
  • automutilação;
  • em casos extremos ao suicídio.

Além disso, há outros fatores hormonais e genéticos a ser considerados como um todo. Razão pela qual indica-se tratamento especializado.

Leia este artigo e saiba como lidar com esse quadro sem traumas.

Como a disforia de gênero é diagnosticada?

Muitos pacientes costumam estranhar o sexo de nascença ainda na infância. A criança pode se sentir extremamente deslocada na pré-puberdade, assim como pode insistir para tratamentos hormonais. Essa seria uma opção para iniciar a transição completa até a fase adulta. 

Somente os responsáveis legais têm condições para decidir sobre a questão. Mesmo entre especialistas, não há um consenso sobre o tema, já que requer análise personalizada. Ainda assim, recomenda-se um parecer conjunto composto por outros profissionais, tais como:

  • pediatra;
  • endocrinologista;
  • psicólogo;
  • assistente social.

Disforia de gênero entre adultos

Conforme explicado acima, apenas a insatisfação com o gênero não é suficiente para o diagnóstico. Antes disso, aconselha-se que o paciente seja auxiliado por meio da psicoterapia.

Ademais, tanto o tratamento hormonal como a cirurgia de redesignação sexual são indicadas. Isto é, por se tratar de uma decisão irreversível, exige maturidade do paciente.

Causas da disforia de gênero

Hoje, há uma corrente bastante difundida que aponta a genética como um dos fatores responsáveis para a transexualidade. Nesse estudo nota-se, por exemplo, que quando um gêmeo idêntico se enquadra nesse caso, há 30% do irmão se sentir da mesma forma.

Há ainda questões morfológicas que podem ter relação com o quadro. E, é claro, que o ambiente de criação também influencia nesse aspecto. Afinal, somos seres sociais. 

Sem confusão

Vale lembrar que a disforia de gênero não deve ser confundida com uma depravação sexual. Deve-se evitar essa definição equivocada, pois não se trata de um “fetiche”. Mas, sim, algo que não só interfere como compromete toda a vida dos pacientes além da afetividade.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!

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Dr. Deyvis Rocha  | Psiquiatra | CRM-SP 127821

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