Sad African American woman wearing face mask while sitting at home and thinking of something.

Qual a diferença entre tristeza e depressão?

A tristeza é uma situação normal no espectro emocional humano, afinal, todos nós a experimentamos diversas vezes no decorrer da vida. Entretanto, há diferenças significativas entre a tristeza saudável e a depressão. Sendo assim, entender as particularidades de cada caso é fundamental para lidar com as questões envolvidas.

Quer entender melhor quais são essas diferenças? Continue a leitura e fique por dentro desse assunto!

O que é a tristeza?

A tristeza é uma reação emocional humana esperada quando a pessoa  experimenta momentos sombrios ou estressantes. Como apontamos, há várias coisas que podem deixar alguém triste: problemas financeiros, divórcio, briga com os filhos, estresse no trabalho, desemprego, morte e qualquer outro acontecimento decepcionante.

Contudo, uma pessoa triste pode encontrar alívio quando fala sobre seus problemas, chora ou desabafa com alguém. Também acontece de a tristeza ir embora quando o problema é resolvido.

Sendo assim, temos algo passageiro. Mas se não passar, pode ser sinal de depressão. Por isso, se o baixo-astral durar por mais de 2 semanas, é recomendado que a pessoa procure conversar com um médico especialista em saúde mental.

O que é a depressão?

A depressão é muito mais que o sentimento ou sensação passageira. Trata-se de um complexo transtorno mental que impacta significativamente várias áreas da vida do indivíduo. Um fato interessante sobre essa doença, é que ela pode ocorrer em qualquer idade, alterando as atitudes e comportamentos da pessoa.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), entre os países das Américas, o Brasil, é o segundo maior em número de pessoas com depressão. Afinal, a taxa é de  5,8% da população. Em nossa frente, estão os EUA, com um percentual de 5,9% de pessoas com depressão.

Quando alguém  sofre com depressão apresenta alguns sintomas característicos, tais como:

  • sinais visíveis de tristeza e falta de esperança;
  • perda de interesse nas atividades que gostava por um longo período;
  • humor deprimido que dura a maior parte do dia;
  • perder peso ou ganhar peso sem motivo aparente;
  • fadiga e cansaço;
  • insônia, mas também pode acontecer de a pessoa dormir mais que o normal;
  • sentimentos de culpa e de inutilidade;
  • sensação de incapacidade para tomar decisões;
  • dificuldades para se concentrar;
  • pensamentos de morte, planos de suicídio e tentativas.

Aliás, é importante acabar com um mito envolvendo a depressão: o de que a pessoa deve procurar ajuda apenas quando pensa em morte.

Quanto antes a pessoa buscar ajuda, melhor será para sua qualidade de vida. Veja bem, quando a doença é tratada em sua fase inicial é possível evitar que o indivíduo atinja estágios mais graves e complexos, tornando sua situação ainda mais difícil.

Como ajudar

Se você conhece alguém que pode estar sofrendo com depressão, procure apoiar essa pessoa na procura por ajuda especializada. É muito comum que as pessoas com esse transtorno mental se sintam mais seguras e motivadas em iniciar um tratamento quando alguém oferece o suporte.

Por fim, se o indivíduo está aberto à ajuda e não corre riscos sérios, é possível aprender alguns recursos úteis para melhorar a forma sobre como você pode auxiliar a pessoa. Aliás, vale a pena conversar com um especialista sobre isso também!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!

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Dr. Deyvis Rocha  | Psiquiatra | CRM-SP 127821

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