Alzheimer

Alzheimer: o que é e como identificá-lo

A doença de Alzheimer é caracterizada como um distúrbio cerebral progressivo, sendo que a medicina ainda não descobriu como reverter a condição ou interrompê-la. Desse modo, a doença prejudica significativamente as capacidades de aprendizado, memória e habilidades de organização do indivíduo. Assim, com o tempo, a pessoa pode até se tornar incapaz de realizar atividades de rotina simples.

Primeiramente, é interessante observar que o Alzheimer não é normal. Isto é, não faz parte do processo natural de envelhecimento do ser humano. Nesse sentido, pesquisas sobre essa doença sugerem que o processo de desenvolvimento do Alzheimer pode durar dez anos ou mais, até que os primeiros sinais sejam notados.

Ademais, a origem da condição está no acúmulo anormal de proteínas no cérebro que podem causar  a morte celular. No entanto, o surgimento do Alzheimer também pode estar relacionado à doença vascular, neuro inflamação, falha na energia neural e questões genéticas.

Como identificar o Alzheimer

Os sinais e sintomas que ajudam a identificar a presença desse distúrbio são distribuídos em três categorias conforme o grau de gravidade da condição. Sendo assim, temos:

Sinais e sintomas leves:

  • perguntas repetidas;
  • maior dificuldade para fazer tarefas diárias simples;
  • perda de iniciativa e espontaneidade;
  • perda de memória;
  • dificuldades de julgamento que levam à decisões erradas;
  • aumento da ansiedade;
  • agressividade;
  • perder coisas frequentemente ou deixá-las em locais estranhos;
  • se perder na rua;
  • problemas para pagar as contas e qualquer coisa que exija se lembrar de datas;
  • alterações de humor.

Sendo assim, na maioria dos casos, o diagnóstico da doença de Alzheimer é feito nessa fase.

Sinais e sintomas moderados

  • incapacidade para aprender coisas novas;
  • maior dificuldade para pensar de forma lógica e para organizar os pensamentos;
  • perda de memória mais acentuada;
  • problemas para ler ou lembrar expressões e significados do próprio idioma;
  • problemas para concluir tarefas que exijam várias etapas, a exemplo de se vestir;
  • comportamentos impulsivos, como linguagem vulgar ou tirar a roupa em locais e horários inadequados;
  • explosões de raiva, choro, ansiedade e agitação;
  • movimentos ou declarações repetitivos;
  • contrações musculares ocasionais.

Sinas e sintomas graves

  • aumento do sono;
  • grunhidos e gemidos;
  • convulsões;
  • infecções na pele;
  • perda do controle da bexiga e do intestino;
  • dificuldades para engolir;
  • perda de peso.

Como a doença de Alzheimer é tradada?

Em suma, como apontamos no início desse artigo, o Alzheimer não tem cura. Todavia, com um acompanhamento médico adequado é possível garantir que o paciente portador da doença tenha uma melhor qualidade de vida. Aqui, é importante destacar o papel dos familiares e pessoas próximas a ele, pois sem a ajuda desses indivíduos tudo fica mais complicado e difícil de lidar.

Atualmente, o diagnóstico dessa doença é feito por meio de uma avaliação médica na qual o profissional faz a exclusão de outras possíveis doenças que tenham sintomas semelhantes ao Alzheimer. Portanto, o paciente pode ser submetido a exames de imagem, sangue e avaliação neuro-psicológica.

Por fim, as ações visando a gestão da condição tem como finalidade retardar o avanço da doença, melhorar gerenciamento dos sintomas comportamentais e desenvolver medidas para proteger tanto quanto possível a saúde do cérebro do indivíduo afetado.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Então, leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!

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Dr. Deyvis Rocha  | Psiquiatra | CRM-SP 127821

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