terapia

Como saber se preciso de terapia?

Grande parte das pessoas passam por fases de estresse, tristeza e angústias. Quando essas questões incomodam muito ou são frequentes, pode ser o momento de se procurar a ajuda de um profissional e iniciar uma terapia. Em algum momento da vida, passamos a questionar nossas escolhas (ou a falta delas) sobre nosso círculo social, relacionamentos, assim como na vida profissional. Pode ser que não queiramos expressar esses sentimentos, pensando que não seremos compreendidos ou por vergonha. Esses pensamentos e emoções se acumulam e aumentam a intensidade. Caso não os “colocados para fora”, diversas enfermidades podem surgir. Algumas pessoas podem manifestar reações psicossomáticas, como estresse, enxaqueca, insônia, entre outros sintomas. Dessa forma, uma das maneiras de se obter alívio emocional é direcionando esses sentimentos por meio da fala. Em outras palavras, deve-se conversar com um profissional sobre o que lhe incomoda. Neste artigo, trazemos algumas circunstâncias que mostram se você realmente precisa de terapia. Continue a leitura e saiba mais!

Sinais de que você precisa de terapia

Sensações à flor da pele

Sensações de nervosismo e raiva acontecem a todos, ao passo que elas são consideradas sentimentos normais. O problema é quando esses comportamentos são frequentes e desproporcionais. Expectativas que não se concretizaram podem provocar sentimentos de frustração, impotência e ansiedade. Essas situações paralisam algumas pessoas ou causam ataques de pânico, apatia ou agressividade.

Os problemas se repetem

Uma grande noite pode terminar em aborrecimento e desentendimento, novamente. Quando as brigas entre casais, em família ou no trabalho se repetem, a terapia pode proporcionar ferramentas para superar essas situações.

Dores físicas frequentes

As emoções podem provocar problemas psicossomáticos e, com efeito, elas podem afetar a saúde física. Como resultado, as manifestações físicas dos problemas emocionais são:
  • dores musculares;
  • dores abdominais e estomacais;
  • imunidade baixa;
  • redução da libido;
  • queda de cabelo;
  • alterações do peso, dentre outras.

Abuso de álcool e outras drogas

O uso de álcool, cigarro ou outras drogas, com o intuito de relaxar, não deve ser considerado normal. Quando esse hábito vira rotina, é preciso lançar mão da terapia para identificar o motivo do hábito. A compulsão alimentar enquadra-se nesta situação.

Experiências traumáticas

A morte de um ente querido, a perda de um emprego ou outra situação traumática pode desencadear o estresse pós-traumático. Além disso, quando a tristeza afeta seus relacionamentos e seu rendimento profissional, deve-se buscar o acompanhamento psiquiátrico.

Queda de rendimento

Sem dúvida, em grande parte do nosso dia estamos empenhados no trabalho. Caso você mantinha um alto desempenho na realização das atividades e, agora, já não é capaz de manter o mesmo ritmo, é preciso estar atento. Essas alterações sem motivo aparente podem significar algum problema emocional.

Orientação por meio da terapia

A vontade de ser orientado é o ponto de partida para procurar auxílio de um profissional. Durante as sessões, suas incertezas, angústias e seus medos serão debatidos com atenção. É preciso estar aberto também a ouvir as orientações sem julgamentos ou críticas. Por fim, diante dessas questões, se você identifica e passa por algumas dessas situações, pode ser a hora de iniciar uma terapia e resgatar sua confiança e elevar a autoestima. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!

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Dr. Deyvis Rocha  | Psiquiatra | CRM-SP 127821

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