esquizofrenia

Esquizofrenia: conheça os tipos

A esquizofrenia é um complexo distúrbio que afeta a saúde mental. Nesse sentido, a condição interfere nas percepções de vida e perturba o pensamento do indivíduo.

Quem sofre com um quadro de esquizofrenia pode pensar que outras pessoas controlam seu pensamento, acreditar que possui poderes paranormais, ser muito paranoico, ouvir vozes e barulhos desconhecidos e até pode acreditar que eventos de nível mundial têm alguma relação com ela.

Quer entender melhor sobre esse assunto? Então, continue a leitura!

Quais são os tipos de esquizofrenia?

Em suma, os médicos especializados em saúde mental categorizam a esquizofrenia em tipos específicos conforme os sintomas observados no diagnóstico do paciente. Sendo assim, os principais incluem:

Tipo paranoico

Alguns dos principais sintomas da esquizofrenia paranoide são os delírios, crenças conspiratórias, sensação constante de perseguição e alucinações auditivas. Geralmente, os delírios e alucinações envolvem o mesmo tema central e tendem a ser bem consistentes no decorrer do tempo.

Tipo desorganizado

Discursos sem sentido ou falas fora do contexto, pensamento desorganizado, isolamento social, desinteresse e falta de vontade de realizar coisas que fazia no dia a dia são algumas características desse tipo de esquizofrenia.

Tipo catatônico

Nesse caso, a pessoa é afetada por distúrbios que envolvem o movimento. É interessante observar que pode haver variações entre os extremos. Por exemplo, o indivíduo pode permanecer completamente parado ou se movimentar por todo o ambiente. Os pacientes com esse quadro podem repetir tudo o que outra pessoa diz ou faz, como também conseguem ficar caladas por várias horas.

Tipo indiferenciado

O termo esquizofrenia indiferenciada é usado quando a pessoa apresenta os sintomas da condição, mas eles não se enquadram em nenhum dos tipos já categorizados. Por exemplo, podem ter comportamento catatônico, delírios e fala desorganizada.

Tipo residual

Quando o indivíduo já tem uma história anterior com, no mínimo, um episódio de esquizofrenia, mas atualmente está sem sintomas, como alucinações e delírios, é dito que ele tem esquizofrenia residual. Isso, porque, ele pode estar em processo de remissão completo do distúrbio, no entanto, em algum momento, pode apresentar novamente os sintomas.

Quais são as causas da esquizofrenia?

As causas da esquizofrenia variam de pessoa para pessoa. Não somente porque cada indivíduo tem suas próprias particularidades, mas, também, devido a essa condição depender de várias razões para aparecer. Dito isso, as mais comuns envolvem:

  • histórico de abandono, negligência ou abuso;
  • fatores ambientais;
  • química cerebral;
  • aspectos genéticos, quando ocorre em famílias.

Como é tratada a esquizofrenia?

A principal abordagem para o tratamento da esquizofrenia é o uso de medicamentos. Em algumas situações, eles podem ser usados de forma associada visando controlar e minimizar os impactos negativos desse distúrbio. Eles podem incluir antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores.

Além disso, outro recurso muito útil que serve de complemento ao tratamento medicamentoso são as terapias, sendo que algumas podem até incluir a família da pessoa com esquizofrenia com o objetivo de informar e orientar quem está próximo do paciente sobre o que fazer para ajudar melhorar a qualidade de vida e gerenciar a condição de forma mais efetiva.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Então, leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em São Paulo!

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Dr. Deyvis Rocha  | Psiquiatra | CRM-SP 127821

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